Mentaótico

Ótica mental cheia de hortelã!

A gente briga. Quase se estapeia.
A gente vai no Kamikaze e sai de lá passando mal.
A gente ri da cara do outro.
Do nariz, da coxinha, da cabeça. Até do cabelo.
A gente gasta corretivo com coisas banais.
A gente gasta cinquentao em cerveja e só paga 30.
A gente faz merda só pra ver o resultado.
A gente viaja pra ver cosplay tosco.
E a gente se adora por isso!
A gente fala errado e se correge.
A gente pula a meia-noite na piscina.
E sempre joga alguém lá dentro.
A gente se ama.
A gente escuta AC/DC.
E escuta sertanejo também.
E se bobear até Djavú!
Mas e dái?
A gente tá sempre junto.
A gente faz picnic. De dois em dois meses.
E a gente bebe MUITO! Principalmente se tiver babá!
Porque a gente não tá ligando muito.
Atravessamos a rua sem olhar.
E dançamos de um jeito bem tosco.
Mas a gente é pra sempre.
Porque não há briga que separe.
Nem apelido que atrapalhe.
Nem vomito que destrua.
Nem vampiro que mate.
Porque a gente é foda!
E FODA-SE O RESTO!
A gente é noes!
Pra sempre...

O amor é perigoso.
Pode parecer veneno.
Montanhas inatingíveis
Que se movem ao profeta
Insetos esdrúxulos
De bizarra forma,
Que mordem.
Ah, doi. Doi muito!
Não há pena,
E talvez nem mesmo sofriemento
A euforia corrói suas véias
Elas se dilatam
A excitação queima
E você se pergunta:
Por que?
Porque sim.
Não há motivo.
Assim como não há vontade.
Ser pela simples palavra
Pela simples possibilidade de existir.
Deixe queimar enquanto você vive,
E talvez você nunca morra!

Vou me matar
Depois conto como foi.
Vou destruir minha inexistência
Vou construir a decadência
Vingar-me de quem já pereceu
Beijar a alma de quem não morreu
Porque assim sou eu.
Consumista
De sonhos, de palavras.
Equilibrista
Numa corda desvairada.
E faces inconscientes vão me dizer
NÃO
E responderei que já é tarde.
Porque sou o mesmo idiota
Que se matou
E se odiou por alguém
E quando recebeu o troco
Percebeu que já não tinha porque lutar
Então desistiu.
E se estuprou. Se degradou!
A morte foi mais fácil.

Só espero não machucar. Espero não espetar espinhos em superfícies planas. Nem fazer promessas que eu não possa cumprir. Sempre falo as mesmas coisas.

E nunca digo elas. Porque nunca assumo. Nunca.

Volto pra dizer que talvez não fique.

Talvez não fique mais em paz. Talvez não me mude. Talvez não alcance.

Aprendi que o desespero da confusão é criar pela agonia de não conseguir. Juntar coisas sem sentido, que nunca deveriam existir juntas e tentar organizá-las.

Mas não se organiza idéias incompletas, nem se completa vidas que não acabaram. Porque viver talvez seja isso, juntar peças. Peças vazias , escuras, ou queimadas por receberem luz demais.

E morrer de repente é a grande solução. É a figurinha chave.

-o poeta se desespera por não saber poetar-

PORQUE EU SOU UM IDIOTA DE QUALQUER MANEIRA!

E se parece ser diferente, é só porque em uma das peças aprendi a disfarçar...

Deixo a cerveja pulsar em minhas veias.
Os cigarros queimarem em minha gargante.
Insanidade cruel. Nem preciso dizer.
O mundo gira
E meus olhos ficam vermelhos com tantas cores
Não há droga pior,
Não há existência mais mínima.
Sou tudo em você e nada em mim.
Porque em mim, já não resta nada!
A fumaça que me cerca,
É a distância que te afasta
E o sangue que pulsa
É a vontade presa.
Seremos livres. Quando?

Devil (Demônio) - Staind

Ela se senta sozinha outra vez
E tenta seu melhor em não fingir
É tudo que ela usou na vida
Era o amor que não estava lá

E cada vez que ela precisava fazer algo
Em que ela acreditasse
O vácuo dentro dela aumentará
Porque ele nunca está lá

[2x]
E ela disse, "Eu juro que não sou o demônio
Que você pensa que eu sou
Eu juro que não sou o demônio"

Ele tenta dormir outra vez
E maravilha quando a dor acabar
Os cortes, eles podem funcionar mais profundamente do que seu escudo rachado

Ele olha com olhos cansados
À todas as pessoas, hipnotizado
E maravilha se puderem salvá-lo
Do seu inferno interior

[2x]
E ele disse, "Eu juro que não sou o demônio
Que você pensa que eu sou
Eu juro que não sou o demônio"

Eu nunca vi as pequenas coisas na minha frente
As coisas que muito significam pra você, um caminho que você sabe
Eu aprecio a maneira com que você sempre tolera
Mas às vezes quando estou medicado
A sua frustração me mostra como você se sente

Mas eu juro que não sou o demônio
Que você pensa que eu sou
Eu juro que não sou o demônio

E eu grito, "Eu juro que não sou o demônio
Que você pensa que eu sou
Eu juro que não sou o demônio"

Mais um final de ano, mais uma despedida!

A gente briga. Quase se estapeia.
A gente vai no Kamikaze e sai de lá passando mal.
A gente ri da cara do outro.
Do nariz, da coxinha, da cabeça. Até do cabelo.
A gente gasta corretivo com coisas banais.
A gente gasta cinquentao em cerveja e só paga 30.
A gente faz merda só pra ver o resultado.
A gente viaja pra ver cosplay tosco.
E a gente se adora por isso!
A gente fala errado e se correge.
A gente pula a meia-noite na piscina.
E sempre joga alguém lá dentro.
A gente se ama.
A gente escuta AC/DC.
E escuta sertanejo também.
E se bobear até Djavú!
Mas e dái?
A gente tá sempre junto.
A gente faz picnic. De dois em dois meses.
E a gente bebe MUITO! Principalmente se tiver babá!
Porque a gente não tá ligando muito.
Atravessamos a rua sem olhar.
E dançamos de um jeito bem tosco.
Mas a gente é pra sempre.
Porque não há briga que separe.
Nem apelido que atrapalhe.
Nem vomito que destrua.
Nem vampiro que mate.
Porque a gente é foda!
E FODA-SE O RESTO!
A gente é noes!
Pra sempre...
O amor é perigoso.
Pode parecer veneno.
Montanhas inatingíveis
Que se movem ao profeta
Insetos esdrúxulos
De bizarra forma,
Que mordem.
Ah, doi. Doi muito!
Não há pena,
E talvez nem mesmo sofriemento
A euforia corrói suas véias
Elas se dilatam
A excitação queima
E você se pergunta:
Por que?
Porque sim.
Não há motivo.
Assim como não há vontade.
Ser pela simples palavra
Pela simples possibilidade de existir.
Deixe queimar enquanto você vive,
E talvez você nunca morra!
Vou me matar
Depois conto como foi.
Vou destruir minha inexistência
Vou construir a decadência
Vingar-me de quem já pereceu
Beijar a alma de quem não morreu
Porque assim sou eu.
Consumista
De sonhos, de palavras.
Equilibrista
Numa corda desvairada.
E faces inconscientes vão me dizer
NÃO
E responderei que já é tarde.
Porque sou o mesmo idiota
Que se matou
E se odiou por alguém
E quando recebeu o troco
Percebeu que já não tinha porque lutar
Então desistiu.
E se estuprou. Se degradou!
A morte foi mais fácil.
Só espero não machucar. Espero não espetar espinhos em superfícies planas. Nem fazer promessas que eu não possa cumprir. Sempre falo as mesmas coisas.

E nunca digo elas. Porque nunca assumo. Nunca.
Volto pra dizer que talvez não fique.

Talvez não fique mais em paz. Talvez não me mude. Talvez não alcance.

Aprendi que o desespero da confusão é criar pela agonia de não conseguir. Juntar coisas sem sentido, que nunca deveriam existir juntas e tentar organizá-las.

Mas não se organiza idéias incompletas, nem se completa vidas que não acabaram. Porque viver talvez seja isso, juntar peças. Peças vazias , escuras, ou queimadas por receberem luz demais.

E morrer de repente é a grande solução. É a figurinha chave.

-o poeta se desespera por não saber poetar-

PORQUE EU SOU UM IDIOTA DE QUALQUER MANEIRA!

E se parece ser diferente, é só porque em uma das peças aprendi a disfarçar...

Poluição! SPQS

Deixo a cerveja pulsar em minhas veias.
Os cigarros queimarem em minha gargante.
Insanidade cruel. Nem preciso dizer.
O mundo gira
E meus olhos ficam vermelhos com tantas cores
Não há droga pior,
Não há existência mais mínima.
Sou tudo em você e nada em mim.
Porque em mim, já não resta nada!
A fumaça que me cerca,
É a distância que te afasta
E o sangue que pulsa
É a vontade presa.
Seremos livres. Quando?
Devil (Demônio) - Staind

Ela se senta sozinha outra vez
E tenta seu melhor em não fingir
É tudo que ela usou na vida
Era o amor que não estava lá

E cada vez que ela precisava fazer algo
Em que ela acreditasse
O vácuo dentro dela aumentará
Porque ele nunca está lá

[2x]
E ela disse, "Eu juro que não sou o demônio
Que você pensa que eu sou
Eu juro que não sou o demônio"

Ele tenta dormir outra vez
E maravilha quando a dor acabar
Os cortes, eles podem funcionar mais profundamente do que seu escudo rachado

Ele olha com olhos cansados
À todas as pessoas, hipnotizado
E maravilha se puderem salvá-lo
Do seu inferno interior

[2x]
E ele disse, "Eu juro que não sou o demônio
Que você pensa que eu sou
Eu juro que não sou o demônio"

Eu nunca vi as pequenas coisas na minha frente
As coisas que muito significam pra você, um caminho que você sabe
Eu aprecio a maneira com que você sempre tolera
Mas às vezes quando estou medicado
A sua frustração me mostra como você se sente

Mas eu juro que não sou o demônio
Que você pensa que eu sou
Eu juro que não sou o demônio

E eu grito, "Eu juro que não sou o demônio
Que você pensa que eu sou
Eu juro que não sou o demônio"

Ótica mental cheia de hortelã!

Café forte e sem açúcar!