Vou fazer uma coisa muito chata... tentar filosofar. Não necessariamente chata, mas meus bloqueios mentais me impedem de pensar longamente, logo, fico cruzando teorias e imaginando cenas (nem sempre legais).
Ontem surgiu uma discussão na sala sobre a funcionalidade do "Segredo". (Eu não vou te explicar o que é O Segredo... mas seria interessante tu procurar se informar. Se você não gostar só ignorar, mas se gostar aposto que isso vai te ajudar bastante). A professora disse que só precisamos de fé. Não fé dessas fanáticas, onde você acha que pode conquistar um iate sem nem mesmo sair de casa, ou daquela em que você deita na rede e fica a pedir agua e comida do seu pra tua boc (WTF?). Mas fé racional. Como assim, fé e razão? Simples, você pede, aquilo que você busca e consegue correr atrás. Também não vou explicar isso. O importante é que no meio dessa discussão, por algum motivo, alguém disse que não precisava da sociedade. Como assim?²
Vamos lá (a seguir você verá minha opinião, sem estudo, sem apoio em filósofos, com erros e etc.): Você pode viver sozinho? Você consegue se manter? Você é uno e auto-suficiente para ter luz, água, fogo, calor, comida e etc? Aposto que não. Não existe vida em isolamento.
~Ah, mas e as pessoas que se perdem numa ilha e conseguem sobreviver~
Tá bom, situações extremas. A necessidade cria outros meios. Na verdade, acho que sociedade não é a palavra certa. Talvez seja só outras pessoas. Veja desse modo: tudo e todos fazemos parte de um grande sistema. Uma grande rede, que interaje entre si. Você é uma unidade individual, com certeza, mas não independente, não alheia a todo o resto. Você colabora enquanto outros colaboram com você. Ainda assim você pode se isolar na sua casa, pode se esconder da sociedade hipócrita, mas o fato é que sem essa sociedade hipócrita, você teria grandes dificuldades de sobrevivência.
Eu sei, isso é uma análise um tanto quanto superficial. afinal, a sociedade não é legal com todo mundo (pra isso inventaram a dita das "diferenças sociais")... mas o que consta aqui é a integridade. Você é uma célula em um corpo. Se fizer certas coisas se manterá bem até sua substituição. Se fizer outras se tornará cancerígena e terá de ser exterminada, ou irá destruir o todo. Simples.
Preferia não ter escrito tudo isso. Ficou vago, não expressou o que queria expressar. Vou tentar melhorar numa próxima!
Até mais...
Odeio pegar ônibus. Como diria meu professor de história: "Pegar aquela jaca verde, às 6 e pouco da matina é o 'Ó'"... sério mesmo, pegar buzão é uma tortura sádica e incrivelmente necessária. Suportar aqueles 20-30 minutos de maltrato nasal e visual, além dos chacoalhos, do aperto, do barulho. Aquilo é um pedaço do hell na terra. De segunda a sábado eu pego no minimo dois desse objeto de dor por dia. E sério, se me deixo levar eles acabam com meu humor. Mas ultimamente desenvolvi a invrível habilidade de dormir aonde puder encostar... logo, esses 20 minutos se tranformam em uma soneca um tanto quanto desajeitada e vergonhosa.
Além de tudo isso, ainda existem os atrasos. Ah, os atrasos. Nada como saber que alguém tá te esperando e você tá preso naquele cata-pobre... sim, sou pobre!
Mas enfim, pelo menos num preciso andar uns 30km a pé todos os dias.
Tô sussa hoje, não?
~Julieta Venegas~
¿Por qué no
Supiste entender a mi corazón?
Lo que había en él,
¿Y por qué no?
¿Tuviste el valor
De ver quien soy?
¿Por qué no
Escuchas lo que está tan cerca de ti?
Sólo el ruido de afuera
Y yo, que estoy a un lado
Desaparezco para ti
No voy a llorar y decir,
Que no merezco esto
Porque,
Es probable que
Lo merezco pero no lo quiero, por eso
Me voy, qué lástima pero adiós
Me despido de ti y
Me voy, qué lástima pero adiós
Me despido de ti
Porque sé,
Que me espera algo mejor
Alguien que sepa darme amor
Dese que endulza la sal
Y hace que,
Salga el sol
Yo que pensé, nunca me iría de ti
Que es amor, del bueno de toda la vida
Pero hoy entendí, que no hay suficiente para los dos
No voy a llorar y decir,
Que no merezco esto
Porque,
Es probable que
Lo merezco pero no lo quiero, por eso
Me voy, qué lástima pero adiós
Me despido de ti y
Me voy, qué lástima pero adiós
Me despido de tiiiii...iiii...
Me voy, qué lástima pero adiós
Me despido de ti y
Me voy, qué lástima pero adiós
Me despido de ti y
Me voy, qué lástima pero adiós
Me despido de ti y
Me voy, qué lástima pero adiós
Me despido de ti y me voy
Fui apresentado a essa música pela Rosilda (ou só Rô, ou Rosana). Nunca pensei que a letra pudesse dizer tanto pra mim... não no escrito. Mas no subdito (como tudo aqui). Às vezes chega a hora de partir. Hora de seguir o rumo, de encontrar nossas tristezas a sós. Às vezes sair é uma necessidade. É a vontade do destino. Que lástima, mas adeus... é só isso. O futuro todo espera e não quero ser responsável pelo tempo. Talvez em algum lugar nos encontremos de novo. Talvez nos deparemos com algo igual. Mas dessa vez tenho que ir... lástima. Com certeza vou ver minhas lágrimas cairem. Vou ver um pedaço do meu mundo ruir. Mas a vida ensina a cuidar.
~Porque sé, que me espera algo mejor...~
Queria chorar
Mas as lágrimas já secaram
Tento abrir os olhos para a claridade
Mas as trevas invadem meu peito
Meu grito de socorro é abafado
A derrota prende minha garganta.
A solidão que me espera em cada esquina
Que me aguarda pra matar.
Os erros inutéis que insisto em errar
Desculpas sinceras que insisto em mandar
Já não sei quem sou
Ou pra que sou
Me sigo nas sombras
E te procuro na curva...
A noite que cala é a mesma que perturba
A mente destroçada é a mesma de ontem
A pessoa errada já não é mais.
E o futoro de novo é incógnita!
~To become, what I became~
Continuo buscando inspirações onde não deveria. Continuo escrevendo qualquer coisa e publicando aqui. Enchendo páginas e páginas de coisas que não fazem sentido pra ninguém além de mim. Tempo e espaço são inutéis aqui dentro. Você caiu na escura mente mentolada, cheia de óticas e expressões. Gritos num rock'n'roll confuso, clássico, melódico, pesado e constante. Segurem as péssimas palavras que quero gritar. Tapem minha boca seus filhos da puta. Estou em explosão. Ataque! Olhe em meus olhos, você me mata, me mata! Não estou correndo pra você. Nem de você! Me derrube se puder. Queime desgraçado. Malditos macacos. Imagens não morrem, capitão! Onde cresce seu jardim? Posso pisar na grama? Não me interessa já invadi! Peninha... cara, eu ri! Imagine gritos, chore para o céu, enquanto livros de sangue são incendiados na biblioteca demoniaca. As histórias, os fatos e acontecimentos. Tudo apagado! Tsunamis e incinerações. Calem minha boca. Cortem meu pescoço. Alguém me conte uma piada!
Tá eu parei... só deu vontade de ficar digitando!
Vou fingir ser outrém
Vou mergulhar num bréu
E rir de você
Vou fingir gostar
Fingir amar
Vou fingir ser eu, sem ser ninguém
Vou brincar com egos
E massagear pensamentos
Estragar imagens
E rir de novo
Vou espremer almas
E comer corações
Vou ser apenas um
No meio de mil mims
Complicado será aquele ditado
Que de tanto dito, desdisse!
O que foi, foi!
~Neologismos me fazem rir~
~I write my songs for you, and you don't even care~
~There is something that I see in you
It might kill me
I want it to be true~
Fico encontrando palavras pra descrever o que sinto... meus pensamentos desorganizados são podres, amarelos, ruins. Fico cada dia mais cruel... a cada dia meu sangue fica mais frio e eu me torno mais calculista... acho que isso me torna padrão... afinal, frio e calculista é o homo sapiens em geral (arg). Odeio padrões!
Cara, eu sempre fiz tanto pra não ser igual. Tanto pra um dia poder falar que eu era diferente. E falhei! Falhei profundamente, pior do que morrer na praia, morri em alto mar e deixei meu corpo afundar... RÁ... rídiculo meu.
Esses dias me disseram "para de enrolar e fala sem blá-blá-blá"... eu parei pra pensar e cheguei a conclusão que não sei me expressar de forma direta. Tapas na cara não fazem meu estilo... isso é cruel também. Porque tapas às vezes são necessários... crescer é uma maldição. Viver é um mero sopro (dá-lhe Niemeyer)... e morrer (como ando desejando a morte, perdão) é morrer.
Os dias passam... já estamos quase em abril... o verão tá acabando. E minha vida parece estática. Eu já não sei mais o que sentir. Não sei mais o porque de lutar. ~Já não sei mais por quem correr. Ah minha confusão inunda meu mundo. Meus pensamentos atrapalham minha criatividade. Não consigo escrever nada com um sentimento mais "bunitinho"... sucks, sucks.
Alguém frita meu cérebro. Per favore!
Mundo eu quero sumir... (braço doendo, de novo!)
Sua unidade
Ontem surgiu uma discussão na sala sobre a funcionalidade do "Segredo". (Eu não vou te explicar o que é O Segredo... mas seria interessante tu procurar se informar. Se você não gostar só ignorar, mas se gostar aposto que isso vai te ajudar bastante). A professora disse que só precisamos de fé. Não fé dessas fanáticas, onde você acha que pode conquistar um iate sem nem mesmo sair de casa, ou daquela em que você deita na rede e fica a pedir agua e comida do seu pra tua boc (WTF?). Mas fé racional. Como assim, fé e razão? Simples, você pede, aquilo que você busca e consegue correr atrás. Também não vou explicar isso. O importante é que no meio dessa discussão, por algum motivo, alguém disse que não precisava da sociedade. Como assim?²
Vamos lá (a seguir você verá minha opinião, sem estudo, sem apoio em filósofos, com erros e etc.): Você pode viver sozinho? Você consegue se manter? Você é uno e auto-suficiente para ter luz, água, fogo, calor, comida e etc? Aposto que não. Não existe vida em isolamento.
~Ah, mas e as pessoas que se perdem numa ilha e conseguem sobreviver~
Tá bom, situações extremas. A necessidade cria outros meios. Na verdade, acho que sociedade não é a palavra certa. Talvez seja só outras pessoas. Veja desse modo: tudo e todos fazemos parte de um grande sistema. Uma grande rede, que interaje entre si. Você é uma unidade individual, com certeza, mas não independente, não alheia a todo o resto. Você colabora enquanto outros colaboram com você. Ainda assim você pode se isolar na sua casa, pode se esconder da sociedade hipócrita, mas o fato é que sem essa sociedade hipócrita, você teria grandes dificuldades de sobrevivência.
Eu sei, isso é uma análise um tanto quanto superficial. afinal, a sociedade não é legal com todo mundo (pra isso inventaram a dita das "diferenças sociais")... mas o que consta aqui é a integridade. Você é uma célula em um corpo. Se fizer certas coisas se manterá bem até sua substituição. Se fizer outras se tornará cancerígena e terá de ser exterminada, ou irá destruir o todo. Simples.
Preferia não ter escrito tudo isso. Ficou vago, não expressou o que queria expressar. Vou tentar melhorar numa próxima!
Até mais...
Transporte
Além de tudo isso, ainda existem os atrasos. Ah, os atrasos. Nada como saber que alguém tá te esperando e você tá preso naquele cata-pobre... sim, sou pobre!
Mas enfim, pelo menos num preciso andar uns 30km a pé todos os dias.
Tô sussa hoje, não?
Me Voy
¿Por qué no
Supiste entender a mi corazón?
Lo que había en él,
¿Y por qué no?
¿Tuviste el valor
De ver quien soy?
¿Por qué no
Escuchas lo que está tan cerca de ti?
Sólo el ruido de afuera
Y yo, que estoy a un lado
Desaparezco para ti
No voy a llorar y decir,
Que no merezco esto
Porque,
Es probable que
Lo merezco pero no lo quiero, por eso
Me voy, qué lástima pero adiós
Me despido de ti y
Me voy, qué lástima pero adiós
Me despido de ti
Porque sé,
Que me espera algo mejor
Alguien que sepa darme amor
Dese que endulza la sal
Y hace que,
Salga el sol
Yo que pensé, nunca me iría de ti
Que es amor, del bueno de toda la vida
Pero hoy entendí, que no hay suficiente para los dos
No voy a llorar y decir,
Que no merezco esto
Porque,
Es probable que
Lo merezco pero no lo quiero, por eso
Me voy, qué lástima pero adiós
Me despido de ti y
Me voy, qué lástima pero adiós
Me despido de tiiiii...iiii...
Me voy, qué lástima pero adiós
Me despido de ti y
Me voy, qué lástima pero adiós
Me despido de ti y
Me voy, qué lástima pero adiós
Me despido de ti y
Me voy, qué lástima pero adiós
Me despido de ti y me voy
Fui apresentado a essa música pela Rosilda (ou só Rô, ou Rosana). Nunca pensei que a letra pudesse dizer tanto pra mim... não no escrito. Mas no subdito (como tudo aqui). Às vezes chega a hora de partir. Hora de seguir o rumo, de encontrar nossas tristezas a sós. Às vezes sair é uma necessidade. É a vontade do destino. Que lástima, mas adeus... é só isso. O futuro todo espera e não quero ser responsável pelo tempo. Talvez em algum lugar nos encontremos de novo. Talvez nos deparemos com algo igual. Mas dessa vez tenho que ir... lástima. Com certeza vou ver minhas lágrimas cairem. Vou ver um pedaço do meu mundo ruir. Mas a vida ensina a cuidar.
~Porque sé, que me espera algo mejor...~
Derradeiro
Mas as lágrimas já secaram
Tento abrir os olhos para a claridade
Mas as trevas invadem meu peito
Meu grito de socorro é abafado
A derrota prende minha garganta.
A solidão que me espera em cada esquina
Que me aguarda pra matar.
Os erros inutéis que insisto em errar
Desculpas sinceras que insisto em mandar
Já não sei quem sou
Ou pra que sou
Me sigo nas sombras
E te procuro na curva...
A noite que cala é a mesma que perturba
A mente destroçada é a mesma de ontem
A pessoa errada já não é mais.
E o futoro de novo é incógnita!
~To become, what I became~
Tá eu parei... só deu vontade de ficar digitando!
Irei
Vou mergulhar num bréu
E rir de você
Vou fingir gostar
Fingir amar
Vou fingir ser eu, sem ser ninguém
Vou brincar com egos
E massagear pensamentos
Estragar imagens
E rir de novo
Vou espremer almas
E comer corações
Vou ser apenas um
No meio de mil mims
Complicado será aquele ditado
Que de tanto dito, desdisse!
O que foi, foi!
~Neologismos me fazem rir~
~I write my songs for you, and you don't even care~
Pra que?
It might kill me
I want it to be true~
Fico encontrando palavras pra descrever o que sinto... meus pensamentos desorganizados são podres, amarelos, ruins. Fico cada dia mais cruel... a cada dia meu sangue fica mais frio e eu me torno mais calculista... acho que isso me torna padrão... afinal, frio e calculista é o homo sapiens em geral (arg). Odeio padrões!
Cara, eu sempre fiz tanto pra não ser igual. Tanto pra um dia poder falar que eu era diferente. E falhei! Falhei profundamente, pior do que morrer na praia, morri em alto mar e deixei meu corpo afundar... RÁ... rídiculo meu.
Esses dias me disseram "para de enrolar e fala sem blá-blá-blá"... eu parei pra pensar e cheguei a conclusão que não sei me expressar de forma direta. Tapas na cara não fazem meu estilo... isso é cruel também. Porque tapas às vezes são necessários... crescer é uma maldição. Viver é um mero sopro (dá-lhe Niemeyer)... e morrer (como ando desejando a morte, perdão) é morrer.
Os dias passam... já estamos quase em abril... o verão tá acabando. E minha vida parece estática. Eu já não sei mais o que sentir. Não sei mais o porque de lutar. ~Já não sei mais por quem correr. Ah minha confusão inunda meu mundo. Meus pensamentos atrapalham minha criatividade. Não consigo escrever nada com um sentimento mais "bunitinho"... sucks, sucks.
Alguém frita meu cérebro. Per favore!
Mundo eu quero sumir... (braço doendo, de novo!)